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Archive for 3/11/12 - 3/18/12

KONY 2012: Uganda: Primeiro ministro fala a verdade sobre o filme.

História cercada de clichês que denuncia um suposto Joseph Kony terá seus dias contados?
O Governo de Uganda postou hoje a resposta no seu canal no Youtube:

Com a palavra o Primeiro Ministro de Uganda Amama Mbabazi,
que esclarecerá tudo sobre Invisible Childrens. - Idioma: Inglês.

Por Saulo Valley - Rio de Janeiro, 17 de Março de 2012 - 18h19 GMT-3


Leia mais: KONY 2012: DIRETOR JASON RUSSELL É PRESO SE MASTURBANDO PUBLICAMENTE - OUTRO VIRAL?

KONY 2012: Diretor Jason Russell é preso se masturbando publicamente - Outro viral?

Jason Russel - Co-fundador da empresa Visible Children e diretor do filme KONY 2012, que foi considerado o maior viral da história, depois de ter sido assistido mais de 80 milhões de vezes em 72 horas por tornar de conhecimento internacional o miliante Joseph Kony que em décadas tem sequestrado mais de 30.000 menores escravizando sexualmente as meninas e militarizando os meninos para seu exército pessoal.

Joseph Kony  na campanha KONY 2012.
Por Saulo Valley - Rio de Janeiro, 17 de Março de 2012 - 07h12min.

Celebridade internacional da noite para o dia, Jason Russell foi flagrado por populares que filmaram o momento em que ele se despia em plena rua. Talvez drogado ou alcoolizado, não se sabe ainda. Há quem diga que Jason enlouqueceu. A verdade é que o 911 foi acionado, a polícia foi chamada e o cara está preso por atentado ao pudor e deverá ser autuado por destruir patrimônios alheios.

De acordo com o a agência NBC a polícia de San Diego acredita que Jason estava sobre a influência de algo ainda não informado. Um vídeo gravado por moradores onde supostamente o Jason aparece completamente nú, batendo com as duas mãos na calçada em uma aparente crise de insanidade. A fonte italiana disse que há informações de que o cineasta teria gritado com pedestres e a fonte americana disse que a polícia informou que Jason não estava sendo preso, mas detido para ser encaminhado para uma avaliação médica. Segundo a fonte, as coisas ditas pelo rapaz, já davam a dica de que não se tratava de um caso de vandalismo comum e que ele precisaria de ser medicado.

Desgaste

NBC citou Ben Keesey (CEO da Invisible Children) como dizendo a 1:40 da madrugada de sexta, que Jason sofria de profundo estresse e estaria desde ontem, sob tratamento médico. Keesey teria dito também que o rapaz estava muito desidratado, desnutrido, e a sua saúde pessoal um caos. A razão seria sua completa devoção pelo sucesso da campanha KONY 2012.


Deste jeito, JASON RUSSELL 2012 acabará se tornando o segundo viral mais rápido da história, ou será que quebrará o recorde de KONY 2012?

Revolução Síria 1 Ano: Arábia Saudita e CCG convocam diplomatas e expulsam diplomatas sírios.

De acordo com Mike Arab importante ativista sírio, Riad ordenou o fechamento da embaixada saudita na Síria e a volta de todos os seus funcionários, após ter expulsado os diplomatas sírios do país, em concordância com o Conselho do Golfo, que também pediu o encerramento das atividades de sua embaixada na Síria por razões de segurança.


"Snapshot"

Por Saulo Valley - Rio de Janeiro, 15 de Março de 2012 - 08h12min.

As primeiras horas do dia pareciam silenciosas. Mudas. Na verdade: Tristes. Hoje, a revolução síria completa 1 ano de massacres de mais de 7500 civis, entre elas pelo menos 600 crianças. Milhares de presos políticos e de consciência, e um grande número de desaparecidos. 

Dia de homenagear a todas as crianças, adolescentes, jovens, mulheres e idosos que foram sacrificados pelo regime sírio por sonhar com a liberdade. Quase uma centena de bebês ainda na maternidade, nascidos em berço de repressão e escravidão, tiveram suas vidas retiradas antes que pudessem reconhecer visualmente seus pais. Uma guerra não-declarada contra todo o país. Um genocídio sem punição, culpa ou pesar. Esquemas comerciais traçados e fechados secretamente subsistem mediante ao clamor mundial pelo fim do massacre de pessoas inocentes na Síria. Uma calamidade.

Ainda sem possibilidade de deixar o país, o ditador Bashar Al-Assad impõe sobre a sociedade civil um duro castigo coletivo. Uma masmorra nacional. Do lado de fora, líderes internacionais que mal conseguem administrar suas próprias crises, procuram meios de negociar, o inegociável. Vidas não deveriam ter preço. Mas têm.

Não para nós, pobres mortais, mas para presidentes, reis, e ditadores, um "punhado de corpos" pode valer uma posição no poder, no controle de um país ou do mundo. Negociações indecentes à parte, o povo sírio permanece às escuras. De massacre em massacre, a exemplo do que aconteceu no bosque em Homs, quando 45 pessoas foram sequestradas da cidade por 3 grupos de agentes de segurança do regime sírio protegidos pelo exército. Mais tarde seus corpos foram encontrados nos bosques com diferentes sinais de crueldade. Alguns sangraram até a morte. Dezenas de mulheres e crianças que estavam dentro de suas casas com medo do conflito foram executadas por 3 diferentes métodos de torturas, entre eles carbonizados.

A Revolução Síria

Uma manifestação pacífica que no dia 15 de Março de 2015 era liderada pela ativista política Suhair Atassi, em que cerca de 40 pessoas empunhando cartazes diante do palácio da justiça, pedia a soltura de presos políticos e intelectuais ligados aos direitos humanos internacionais e ao estudo da democracia.

Como resposta, tropas militares tomaram as ruas espancando e prendendo os membros daquela silenciosa manifestação. Neste momento, as demandas silenciosas foram substituídas pelos gritos de dor e desespero.
Arrastados como animais, os manifestantes, que em sua maioria eram mães e parentes de 15 adolescentes do ensino fundamental presos pelo Serviço Secreto Sírio por "incitação contra o Estado e Motim". Também haviam amigos e políticos de oposição sem partido que pediam a soltura de seus companheiros, presos por manifestar publicamente oposição à ditadura de Al-Assad.

Enquanto a violência crescia dia-após-dia, o texto escrito no muro da escola em Dara pelos estudantes presos: "As pessoas querem derrubar o regime, Bashar é a sua vez" ganhou o país. Em resposta à repressão insana, o grupo de 40 foi substituído por outro grupo de manifestantes que agora somavam 300.
Todos pediam a libertação de todos os presos de consciência e o fim da tortura das crianças. Com a volta das forças de segurança na repressão dos novos manifestantes, outras cidades começaram a se manifestam em solidariedade aos manifestantes atacados e presos. Dias mais tarde, o número destes populares reunidos pacificamente pelo fim da ditadura chegava a 3000. A resposta do regime sírio era sempre a mesma. Violenta repressão. Perto do dia 15 de Abril, a cidade de Dara sofreu seu primeiro cerco seguido de tiroteio aleatório pelo exército e snipers. Ao deixar a cidade no dia 22 de Abril, a primeira vala comum foi encontrada, tendo entre os mortos homens, mulheres e crianças.

Quando os homens adultos começaram a ser presos, os jovens assumiram a liderança do movimento e começaram a pedir o fim da repressão. Eram eles quem caminhavam na primeira fila das manifestações, oferecendo-se para ser alvejado pelos atiradores de elite do regime sírio. Em Maio os adolescentes passaram a ocupar as primeiras filas das manifestações juntamente com os jovens que pediam à comunidade internacional e às agências oficiais de notícias que atentassem para a brutalidade das ações de Al-Assad, que respondia com fogo cada vez maior, inclusive com a contratação de especialistas russos e iranianos em massacres. O Hamas ganhou força e foi sendo cada vez mais frequente nos massacres de manifestantes. O serviço Secreto que se limitava a invadir casas atrás de ativistas e líderes do movimento, passou a invadir as redes sociais e roubar informações que entregassem também os colaboradores da agora denominada Revolução Síria 2011

Na metade deste ano de revolução, o regime sírio, empurrado pelo partido Ba'ath, presença forte nas escolas e os 11 Serviços de Inteligência da Síria, começaram a varrer as salas de aula. Colégios públicos e universidades foram invadidos, destruídos e muitos transformados em prisões improvisadas ou em centros de torturas de estudantes, professores e civis.

Como resposta milhares de estudantes se negaram a voltar para as salas de aula, preferindo sair em manifestações pedindo o fim do regime de Bashar Al-Assad. Para impressionar a comunidade internacional que exigia explicações ao presidente sírio, estudantes e funcionários passaram a ser obrigados a sair em massivas passeatas em louvor a ele mesmo (como acontecerá hoje 15 de Março de 2012, no aniversário da Revolução). Mas neste tempo presente a palavra de Bashar Al-Assad pouco importa para a comunidade internacional, que já não precisa de provas nem de relatórios produzidos pelo regime para esclarecer o que realmente acontece no país, nem o que tem causado tamanha desgraça ao povo sírio.

Mesmo assim, 12 meses depois o povo vive dias ainda piores e Al-Assad se mantém imune a qualquer esforço pacífico (ou não) internacional. Cansada de "negociar com ninguém" a Liga Árabe deixou de tentar conversar com o regime sírio, do qual não faz mais parte. Protegido pela Rússia, China, Índia e Iran, que ainda permanecem fornecendo e vendendo suporte técnico para o massacre do povo, o regime sírio espera se impor ainda mais e derrotar o mundo que assiste impaciente ao genocídio.

Ontem Assad ameaçou enviar mísseis contra as capitais saudita e jordaniana ao ser informado pela inteligência síria da intenção de implantação de uma Zona Tampão (em parceria com EUA e Israel) à partir de Dara, perto da fronteira com a Turquia.

Com sinais de estar longe de terminar, a disputa entre democracia e ditadura na Síria (EUA e Rússia) permanece no zero-a-zero enquanto quem realmente está perdendo é a população que assiste a tudo como refém desta tragédia. Partindo para uma solução pouco desejada, os populares pedem ajuda internacional para que enviem armas e munições para que lutem por sua própria libertação. Há pelo menos 3 meses a NATO não se pronuncia mais a respeito e as Nações Unidas se limitam ao caminho da diplomacia.

Relatório de ontem na Síria fornecido por Mike Arab

"Forças do regime continuam a bombardear a cidade de Qasir e os bairros de Khaldiya, Jab Jandali , Bab Dreib, Safsafa, Ghouta e Qosur na cidade de Homs, enquanto a sua campanha militar continuou na província de Idlib sobre as cidades de Idlib, e Jabal Zawiya, e na cidade de Hama e da cidade de Qal Madiq."
"Arbitrárias campanhas de varredura e prisão ocorreram nos subúrbios de Damasco de Kafarbatna, Awamid Harran, e Erbin, nas cidades de Hiffa e Jankil em Lattakia, Bazzaa em Aleppo, e a cidade de Deir Azzour. Enquanto isso, o bombardeio continuou nas cidades de Bosr al-Harir e Shamas Kafar na província de Daraa. forças de Assad mataram pelo menos 60 hoje, enquanto os confrontos ocorreram entre revolucionários e as forças do regime, na cidade de Hasaka e da cidade de Nawa em da província de Daraa."

Síria:Homs: Regime afirma prisão de responsáveis pelo massacre no Bosque em Homs

As autoridades sírias disseram por meio da agência de notícias do governo, que as "autoridades competentes" de Homs prenderam um grupo de terroristas acusado de responsabilidade pelo massacre do pomar, que deixou 45 mortos entre eles muitas crianças e mulheres.



Por Saulo Valley - Rio de Janeiro, 14 de Março de 2012 - 13h26min.
Atualização: 18:38 

Video: Homs: Adawyia: Soldados do exército sírio limpam as casas logo após o massacre cometido por eles mesmos. Numa destas casas se encontram pelo menos 10 corpos.



As imagens são horríveis e comoventes. Nem vale a pena divulgá-las e ser penalizado pelo Google. Ao passo que o mundo se viu chocado pela barbaridade do massacre, que aconteceu no último fim de semana.
A agência Sana, que disse que 3 grupos terroristas percorreram os bairros invadindo casas, sequestrando e matando mulheres e crianças, porque eram inofensivas e não podiam sair de suas casas por causa do confronto entre as forças do governo e as forças rebeldes. Disse ainda a agência que "o Exército Sírio foi até o local, libertou os cativos, deu-lhes comida, água e proteção".

Gaza protests - Cortesia "cactusbonessob Creative Commons.
Cinismo tão grande quanto o relatado nesta página acima, foi notado quando o "professor" Wallid condenou a morte de 25 civis, vítimas de um ataque em que o governo de Israel é apontado como principal responsável. Citando o site "NowLebanon!" que apontou o Ministério das Relações Exteriores da Síria como que exigindo que os responsáveis pelo massacre sejam punidos, condenando os ataques aéreos na Faixa de Gaza e instando a comunidade internacional a agir "urgentemente" pelo fim da bruta violência.

O pronunciamento, segundo a fonte, aconteceu 24 horas depois que entrou em vigor um acordo mediado pelo Egito entre Israel e a Jihad Islâmica, resultando numa grande sequência de mísseis e foguetes lançados contra Israel, que revidou à altura.

"NowLebanon!" contou que a retaliação israelense contra alvos militares resultou em 25 mortes e deixou 80 feridos. Dentre os mortos, foram encontrados 6 civis.

17:12 Atualização:

Após tomar conhecimento de que a Jordânia e a Arábia Saudita planejam impor uma zona tampão, em parceria com os EUA e Israel, Bashar Al-Assad ameaçou bombardear as capitais Riad e Amã, segundo conta o site ligado à revolução síria "arabsnews.net".

A fonte contou que o ditador citou o serviço de inteligencia da Síria como fonte da informação, que garantiu a veracidade do plano de uma invasão militar no país e em seguida a instalação de uma zona Tampão por terra e ar. A fonte conta que em sua declaração, Al-Assad teria dito que as forças conjuntas nunca teriam sucesso contra a Síria e que os mísseis de contra-ataque seriam muito mais rápidos.

Assad foi citado como tendo se mantido tranquilo e de estado inalterado durante a conversa. Nesta última segunda, os líderes da Arábia Saudita e Jordânia haviam se reunido para discutir a situação da Síria.

Será que Joseph Kony será derrotado antes de Al-Assad?

Brasil e os Direitos Humanos: Uma lição de boa vontade.

Trabalhar com os direitos humanos é sempre penoso. Porque? Porque jornalistas, repórteres, escritores, policiais, juízes, advogados, políticos e ativistas precisam ser mortos ao tentar proteger outro ser humano, em sua maioria crianças, mulheres ou civis em um plano geral? Mas no Brasil, um visível esforço para mudar o rumo da situação se mostra louvável:

Por Saulo Valley - Rio de Janeiro, 14 de Março de 2012 - 10h10 (GMT-3)

Atualização 17h56min.

Criticada muitas vezes neste blog, a presidenta Dilma Roussef merece seu louvada por seus esforços sinceros para minimizar a pobreza nacional, bem ao contrário do que atualmente acontece na maioria dos países africanos, asiáticos e até sulamericanos. 

Inicialmente quero dizer que é um absurdo que pessoas que se sacrificam para proteger pessoas, comunidades e até grupo étnicos não sejam reconhecidas profissionalmente e não visualizem muitas oportunidades de sustento. Engraçado ver como as pessoas reagem negativamente quando perguntam minha profissão e digo que trabalho com Direitos Humanos...

A atividade é absurdamente difícil: 
  1. Primeiro você precisa estudar as leis e em seguida culturas, grupos e a situação em que se encontram. 
  2. Em seguida você verifica que autoridades militares ou políticas estão desrespeitando os direitos de determinado grupo ou pessoa. 
  3. No terceiro passo você denuncia o crime para as autoridades militares ou políticas (Na maioria dos casos as mesmas que praticaram ou ordenaram a violação).

Isto não é nenhuma novidade. Em todo o planeta, este é o procedimento, destacando que o Presidente Sírio e assassino Bashar Al-Assad é membro do núcleo de Direitos Humanos da UNICEF... mesmo depois de ter assassinado uma dezena de crianças neste fim de semana e mais de 500 em menos de 12 meses.

#Ver ainda: http://www.onu.org.br/populacao-civil-da-siria-continua-a-sofrer-com-punicao-coletiva-afirma-painel-da-onu/

Mas o Brasil, liderado pela presidenta Dilma Roussef começa a trilhar por caminhos próprios. Partindo da criação da Secretaria Nacional dos Direitos Humanos, liderada não pelos mesmos políticos das cirandas de sempre, mas por pessoas que dedicaram suas vidas para proteger pessoas indefesas, principalmente as crianças, os jovens e as mulheres!

Na prática, a Presidenta criou um departamento oficial de perseguição e caça às autoridades que praticam estes crimes contra os direitos humanos internacionais em âmbito nacional, bem como empresários e pessoas comuns. Ainda abriu espaço para a profissionalização definitiva desta atividade, o que é um marco!

Se proteger pessoas, povos e suas culturas se tornasse uma profissão reconhecida, a corrupção não teria lugar no planeta e as pessoas seriam imensamente felizes em qualquer canto do planeta, não é verdade a minha reflexão?

Desde sempre notou-se a presença de assassinos profissionais no meio das comunidades. Desde sempre, ser soldado é uma profissão rentável, mas nos dias de hoje ainda, proteger e defender civis de crimes massivos, como o caso dos índios na amazônia ou denunciar criminosos massivos como Bashar Al-Assad e George W. Bush dentre outras dezenas de líderes militares e políticos no mundo, é visto com desdém, receio ou mesmo ignorado.

Não há como não valorizar esta iniciativa. Não há como não pedir aos céus para que cada governo tenha a ousadia de criar um departamento similar e dar a eles livre arbítrio para lutar na defesa das populações miseráveis e pobres de seu próprio país. Na prática, as instituições de Direitos Humanos pouco resistem ao tentar proteger pessoas em seus próprios países, devido aos riscos e ameaças.

Mas o Brasil decidiu combater as milícias, o crime organizado e as quadrilhas formadas por políticos, na prática de crimes financeiros contra o Estado. Neste espaço os jovens começam a encontrar oportunidade de trabalho. Para nós, esta oportunidade pode culminar na transfusão das velhas autoridades no poder para as novas gerações, lapidadas no desejo de mudança, respeito e proteção do ser humano.

Obrigado Presidenta Dilma.

                                                                         Saulo Valley

Siga: https://twitter.com/#!/DHumanosBrasil

Atualização 17h56min.

A resposta parece ser uma providência divina.

A luta pelos Direitos Humanos é mesmo uma batalha que tem deixado muitas rebarbas, que por suas vezes tem deixado muitos em grandes apuros. Mas o governo federal foi mais além do que se podia imaginar e criou uma conferência para discutir um plano de proteção aos defensores dos Direitos Humanos. Podem comemorar agora, senhores ativistas, magistrados, jornalistas dentre tantos profissionais dedicados à proteger vidas!

O Seminário, cuja discussão se iniciou no Rio de Janeiro em 05 de Março/2012 por iniciativa da Secretaria de Direitos Humanos da Presidência da república, deverá acontecer nos dias 08, 09 e 10 de Maio na SDH/PR em Brasília

De acordo com o site oficial da Secretaria, o Plano Nacional de Proteção aos Defensores dos Direitos Humanos começou a ser discutido no Rio de Janeiro, passando pela Bahia, Espírito Santo, Pará, Rio Grande do Sul, Minas Gerais, Pernambuco e Ceará.

O Seminário deverá reunir representantes dos governos federal, estadual e a sociedade civil. A Assessoria de Comunicação Social da Secretaria confirmou a presença de Clarissa Rihl Jokowski, a Coordenadora Geral do Programa.

Apesar de parecer novidade vindo à praia, Plano é um Decreto já é previsto na lei desde 12 de Fevereiro de 2007 sob o número 6.044.

Tenho fé de que este programa será diferente do programa de Proteção às Testemunhas, tão criticado nos governos anteriores. Hoje nós vivemos uma nova realidade, o que deve colaborar muito para o cumprimento desta norma.

Parabéns ao Governo Federal.

Fonte: http://www.sdh.gov.br/clientes/sedh/sedh/2012/03/13-mar-2012-seminario-discute-plano-nacional-de-protecao-aos-defensores-dos-direitos-humanos 

Síria: Juiz Haitham al-Maleh deixa o Conselho Nacional da Síria "NSC"

Proeminente líder de oposição ao regime autocrata da família Al-Assad desde a era Hafez Assad, o juiz Haitham al-Maleh anunciou sua demissão do Conselho Nacional da Síria, sem qualquer justificativa até o momento.



Por Saulo Valley - Rio de Janeiro, 14 de Março de 2012 - 08h47.

De acordo com ativistas sírios, o anúncio repentino veio na manhã de ontem pela Secretaria Executiva do (NSC) National Syrian Council. Aos 81 anos, a autoridade renunciou de modo repentino e não deu explicações. De acordo com fontes noticiosas, entre elas a agência AKI e a agência Italiana RLA, o filho do ex-líder do NSC/SNC ainda divulgaria a razão da saída de seu pai.

fonte: https://www.facebook.com/photo.php?fbid=2802635661820&set=t.1245997952&type=3&theater

Síria: Boatos da morte de Assad e novos massacres em Homs e Idlib.

Desafiando o mundo, Bashar Al-Assad para não sentir os ataques diplomáticos e as sanções da comunidade internacional. Com atitude parecida com a de Ahmadnejad, vem dando continuidade a inúmeros massacres quase que diários, eliminando opositores e seus familiares desde 15 de Março de 2011, quando a Revolução Síria começou.

Curdos-sírios iniciaram nesta segunda, uma greve de fome a partir da prisão
de Adra Central, em solidariedade com os presos políticos. Cortesia Yekitimedia
Por Saulo Valley - Rio de Janeiro, 12 de Março de 2012 - 07h42 GMT-3

Em 15 de Março de 2012 a Revolução Síria completa 1 ano recheado de mortes de crianças recém-nascidas, adolescentes, jovens, mulheres e homens, independente da filiação, formação e localização. Bastou que fossem sírios e fizessem oposição ao regime sangrento do ditador Bashar Al-Assad.

Em Homs, considerado o berço da revolução, é que a maioria dos massacres têm se concentrado, desde a era Hafez Assad, o pai do atual presidente que o antecedeu no poder.

Nesta manhã de Segunda um novo massacre foi descoberto em Homs. Desta vez na região de Bosques e no bairro de Adawayia. Vários corpos foram encontrados e revolucionários contam que os civis foram executados por 3 meios diferentes:

Nos 45 corpos achados até agora, sinais diferentes revelam que foram separados em 3 grupos.


  1. As vítimas foram queimadas vivas após terem sido lavadas com óleo combustível.
  2. As vítimas tiveram seus membros e pescoços quebrados.
  3. As vítimas sofreram inúmeros ferimentos e foram deixados vivos para morrer lentamente.

Há informação de que ainda outros corpos foram encontrados e a lista de mortos deverá crescer. Inúmeras fotos e vídeos dos corpos de muitas crianças foram liberados e publicados na página do ativista Mike Arab que em nome do povo da síria implora por ajuda internacional para dar fim a esta terrível tragédia.

Segundo as testemunhas, outros corpos encontrados nos bosques estão sendo levados para o hospital. Ativistas contam que as forças de segurança entram nas regiões urbanas e sequestram manifestantes, levando para locais na mata onde iniciam as torturas e execuções.

Enquanto isto boato da morte de Bashar Al-Assad é desmentido pelo 1º Tenente Abdul Hazzaq Tlass, do Exército Livre.


O General Hussan Al-Awak também disse que o Exército Sírio continua firme na tentativa de impedir a fuga de Al-Assad do país. Ele declarou que todos os túneis que dão acesso ao aeroporto estão sendo bloqueados pelo exército dissidente.


Dissidentes do Batalhão Farouk, do Exército Livre comemoram a destruição de outro tanque sírio e sua tripulação:


Outro massacre foi descoberto agora pela manhã na fronteira com a Turkia, quando pelo menos 30 pessoas foram mortas quando tentavam cruzar a fronteira na tentativa de fugir do caos que assola o país. Os corpos estão sendo levados para o Hospital em Idlib.

Atualizações continuam...

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